quinta-feira, 31 de março de 2016

Dupla armada assalta agência dos Correios de Icó

Uma dupla armada assaltou a agência dos Correios de Icó, na tarde dessa quarta-feira (30). 
Segundo a polícia, dois homens renderam o segurança da agência, tomaram sua arma e invadiram o local. Durante a ação, a dupla levou pertences de clientes e todo o dinheiro do caixa. A quantia não foi revelada pela gerência dos Correiros.
De acordo com populares, os assaltantes fugiram em motocicleta.
As câmeras de segurança filmaram a ação e devem ajudar a polícia na identificação dos assaltantes. Os dois suspeitos não se intimidaram com as câmeras e relaizaram o assalto de “cara limpa”.
Cerca de dez minutos após o assalto na agência dos Correios de Icó, uma vendedora foi assaltada pela dupla. Segundo a vítima, eles fugiram levando a quantia de R$ 2.600,00.

Gasto com pessoal no Ceará está abaixo do limite máximo da LRF

Os gastos com pessoal do Estado ficaram em 56% da Receita Corrente Líquida (RCL) em 2015, o que representa quase R$ 8,5 bilhões. O valor está abaixo do limite máximo permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 60%. Entretanto, ultrapassou o limite de alerta (54%) e se aproximou do limite prudencial (57%).

O Poder Legislativo, incluindo o Tribunal de Contas do Estado (TCE), gastou, com despesa de pessoal, 2,49% em relação à RCL, sendo o único dos entes a ficar abaixo dos três limites definidos pela LRF: 3,4% de limite máximo; 3,23% de limite prudencial; e 3,06% de limite de alerta.

Os dados foram apresentados pelo secretário da Fazenda do Ceará, Mauro Filho, durante audiência pública de avaliação do cumprimento das metas fiscais do Estado no 3º quadrimestre de 2015. O debate ocorreu na Comissão de Orçamento, Finanças e Tributação (COFT).

Sobre o reajuste salarial dos servidores públicos estaduais, o secretário informou que será feita uma avaliação, no começo de abril, do comportamento das despesas e receitas do Estado para apresentar o valor que o Governo pode oferecer. O assunto foi questionado pelos deputados Carlos Matos (PSDB), Audic Mota (PMDB) e Walter Cavalcante (PMDB).

Mauro Filho esclareceu que “o maior componente de gasto dos estados brasileiros é a despesa com pessoal. Essa cresceu 10,86% no ano, quase o dobro do que cresceu a receita (5,3%)”. O secretário lembrou ainda que foi feito um corte de 25% dos cargos comissionados, gerando uma economia de R$ 50 milhões.

De acordo com o titular da Sefaz, a receita do Estado cresceu 5,3% em 2015, perdendo para o valor da inflação, que ultrapassa 10%. Além disso, em janeiro deste ano, ele disse que houve uma queda de R$ 136 milhões no repasse do Fundo de Participação dos Estados (FPE), o que representa um corte de 21%. Em relação às despesas, houve um aumento de 5,97% em comparação com 2014.

PMDB não larga o Osso: Apesar de ruptura, partido não entrega cargos no Governo

No Ceará, o anúncio do rompimento do PMDB com o governo de Dilma Rousseff (PT) chegou até antes da reunião definitiva da sigla na última terça-feira, 29. Na prática, porém, o partido ainda mantém cargos federais no Estado, ressalvando que todos “estão à disposição” da presidente da República. 

Hoje, o PMDB detém pelo menos três grandes cargos federais no Ceará. Indicados pela legenda, estão o presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Marcos Holanda, e o diretor-presidente da Companhia Docas do Ceará, César Pinheiro.

Já o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), Walter Gomes, foi indicação de Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que pediu exoneração do Ministério do Turismo na última segunda-feira, 28.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Moro se desculpa e admite equívoco ao divulgar conversa entre Lula e Dilma

Brasília - O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, pediu desculpas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela polêmica causada com a divulgação de escutas telefônicas de autoridades, entre elas o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. Segundo Moro, a atitude não teve intuito “político-partidário”.
As desculpas foram encaminhadas ao ministro Teori Zavascki, que solicitou esclarecimentos a Moro ao determinar a remessa de todo o material das conversas de Lula ao Supremo.  “O levantamento do sigilo não teve por objetivo gerar fato político partidário, polêmicas ou conflitos, algo estranho à função jurisdicional, mas, atendendo ao requerimento do MPF, dar publicidade ao processo e especialmente a condutas relevantes do ponto de vista jurídico e criminal do investigado ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que podem eventualmente caracterizar obstrução à Justiça ou tentativas de obstrução à Justiça”, escreveu o juiz.

Ao Supremo, Moro afirmou que não há indicativos de que as autoridades com foro privilegiado que aparecem em conversas com Lula — como a presidente Dilma e o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa — tenham concordado com tentativas do ex-presidente de obter influência junto à Justiça.

O juiz afirmou que o foco da investigação era o ex-presidente da República e disse que “não parece que era tão óbvio assim” que o diálogo com Dilma poderia ser relevante juridicamente para a presidente. Na conversa, a presidente diz a Lula que enviaria o termo de posse como ministro da Casa Civil antes da cerimônia na qual o petista assumiria o cargo.

Amanhã, o plenário do STF deve analisar a decisão de Teori Zavascki que ordenou que Moro remetesse o material à Corte. Nesta terça, o procurador Rodrigo Janot encaminhou parecer ao STF no qual alega que a posse de Lula na Casa Civil é válida, mas pede a manutenção das investigações com Moro. 

Em palestra, juiz afirma que corrupção é generalizada 

Sergio Moro disse nesta terça-feira, em São Paulo, que a corrupção não é exclusiva de um partido e que deve ser combatida. “A corrupção não é o único problema do Brasil, mas é um problema suprapartidário. Isso não tem a ver com outras questões de política. Isso tem a ver com questões relacionadas à Justiça. Justiça e política são coisas diferenciadas”, disse o juiz, acompanhado por 12 seguranças, que o seguiam até em idas ao banheiro. 

A declaração foi dada durante uma palestra. Desta vez, mais comedido diante dos holofotes, ele ordenou aos seguranças que gravadores e câmeras de TV fossem desligados durante o evento.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Cabo é morto ao lado da noiva ao deixar convite de chá de panela no CE

Um cabo do Exército morreu após ser atingido por um tiro durante um assalto, no Bairro Messejana, em Fortaleza, no domingo (27). Júnior Carvalho, 24 anos, foi ao bairro entregar os convites para o chá de panela. Ele se casaria em em junho, segundo informação da prima de Júnior, Yngred Lopes Pinheiro.

O jovem, lotado no 23º Batalhão de Caçadores, foi enterrado no fim da tarde deste domingo no Cemitério Jardim Metropolitano, no município de Eusébio, Região Metropolitana.

A noiva da vítima, Amanda Katielly Medeiros, disse que a ação foi muito rápida e confirmou que eles tinham ido deixar os convites. “Segundo a noiva dele, eles estavam indo na casa de uns amigos, deixar os convites, pois em junho seria o casamento”, afirmou a prima. Amanda contou à prima que o casal viu dois homens se aproximando em uma moto e que uma pessoa presenciou a abordagem e tentando ajudar realizou alguns disparos para cima.

Júnior foi encaminhado ainda com vida para o hospital, mas, de acordo com a prima, a bala atingiu o fígado e os rins gerando hemorragia, o que ocasionou a morte do cabo. “Ela me contou que quando dois rapazes de moto pediram o carro, ele logo entregou, aí um rapaz lá na frente deu um tiro para o alto. Ela acredita que era um policial à paisana. O assaltante se assustou e atirou na barriga do Júnior. E eles fugiram”, disse Yngred.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Constantes rompimentos na Adutora comprometem abastecimento dágua em Lavras da Mangabeira

Os constantes rompimentos na Adutora que conduz a água do Açude Rosário até a Sede do Município de Lavras, estão comprometendo o fornecimento D'água para a população da sede do Município. Somente no último final de semana, foram dois rompimentos na adutora, o que comprometeu ainda mais a distribuição D'água, principalmente nas partes mais altas da cidade, como é o caso dos Bairros Padre Cícero, Boa Vista, Vila Bancária, Além Rio, Cruzeiro e Novo Horizonte.

Conforme relatos de alguns moradores, existem ruas que a água não jorra nas torneiras há quase um mês.

Por sua vez, a CAGECE informa que diuturnamente, uma equipe de funcionários, realizam os trabalhos de reparos na tubulação para tentar garantir o abastecimento D'água para a cidade, mas que ultimamente a normalização do abastecimento está comprometido pelos constantes vazamentos que ocorrem ao longo da adutora.

Fonte: Lavras na Mídia

segunda-feira, 21 de março de 2016

Muro cai sobre populares no centro de Cajazeiras/PB nesta segunda-feira

Uma parede de um prédio abandonado caiu por volta das 10h40min sobre algumas pessoas que estavam esperando transporte alternativo fato registrado na Rua Sebastião Bandeira de Melo no centro de Cajazeiras.



Pelo menos três pessoas ficaram soterradas e foram resgatadas por Populares Bombeiros SAMU e polícia militar.



As vitimas foram socorridas para o HRC.

























domingo, 20 de março de 2016

LAVRAS: De Repente o Encontro do Repente


Gilmar Mendes pode ter cometido crime contra a honra de Lula

Ministro Gilmar Mendes
Lula negou o teor da conversa informada pela revista Veja e confirmada pelo ministro Gilmar Mendes. Ou, como fazia Cachoeira, plantada por Gilmar Mendes junto à revista Veja.
Essa negativa de Lula, que se diz indignado,  foi apoiada pelo ex-ministro Nelson Jobim, em entrevista à mídia gaúcha.
O gaúcho Jobim sustenta ter dito à revista Veja que não ocorreu nenhum conversa sobre adiamento do julgamento do Mensalão e nem sobre chantagem, atribuída a Lula,  com promessa de blindagem de Mendes junto à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI). Blindagem em face do fato, sustentado  por Lula,  de o ministro Mendes ter estado em Berlim na companhia do senador Demóstenes Torres, seu amigo, e com despesas pagas por Cachoeira.
O certo é que no dia 26 de abril deste ano, na parte da manhã e no escritório de advocacia de Nelson Jobim, houve um encontro entre Lula, Gilmar Mendes e o referido Jobim. Por evidente, ocorreu uma motivação para esse encontro e ela não está clara, pois, até agora, só existe o relato de Gilmar Mendes.
Não foi coincidência, ou melhor, de repente  ter aparecido Lula,  sem que Jobim e Gilmar Mendes soubessem. Como ensinou o psicanalista Carl Gustav Jung, coincidências não existem. Em outras palavras, houve um encontro agendado. E Mendes se disse surpreso ao perceber que o objetivo era convencê-lo sobre o adiamento do julgamento do Mensalão, com chantagem de quebra.
Como o encontro não foi gravado pelo pessoal do Cachoeira, fica a  palavra  isolada de Gilmar Mendes.
Últimas colunas de Wálter Maierovith
Na coluna do jornalista Bastos Moreno, no jornal O Globo, está dito que Gilmar Mendes, ao sair do escritório de Jobim, foi, enfurecido, a uma reunião com a cúpula dos Democratas. Talvez, entre os Democratas, o ministro Mendes possa buscar testemunhos e isto caso tenha confidenciado a razão da fúria mencionada na matéria do colunista do jornal O Globo.
À época, da cúpula dos Democratas participava Demóstenes Torres, já pego em mentira perpetrada em dupla com Gilmar Mendes, no grotesco episódio do “grampo sem áudio” e que resultou, por pressão de Gilmar e contentamento do banqueiro Daniel Dantas, na queda do delegado Paulo Lacerda da direção da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). A propósito, Mendes diz que chamaria às falas Lula e Jobim, em socorro ao seu então pupilo Mendes, inventou a história, desmentida pelas Forças Armadas, de empréstimo de equipamento de interceptação telefônica à Agência Brasileira de Inteligência.
Como magistrados estão proibidos de exercitar política partidária, representando a desobediência grave infração aos deveres impostos na Lei Orgânica da Magistratura Nacional, a presença de Gilmar Mendes na reunião dos Democratas mostra mais uma das suas pantagruélicas atrapalhadas.
Lamentavelmente, o STF se acha acima do Conselho Nacional de Justiça e, nesse episódio, só de um impeachment se pode cogitar. Mas, aí, mais uma vez, virá a caneta salvadora do presidente José Sarney que, apesar de amizade notória com Mendes, não se dará por impedido e determinará o arquivamento do pedido de impeachment, como já ocorreu uma vez.
Necessário esclarecer que a proibição de participação de magistrados em atividades político-partidárias não se resume à inscrição em quadros. É proibida toda e qualquer participação política-partidária. A propósito, convém lembrar, que em plena campanha presidencial foi flagrada uma ligação telefônica do candidato Serra a Mendes, que teria por objeto, depois de chamado por Serra de “meu presidente”,  um pedido de orientação com finalidade eleitoral pouco elevada. Sobre atividades de Gilmar Mendes em Diamantino, sua cidade natal e em apoio ao irmão que é prefeito da cidade, matéria publicada na revista Carta Capital mostra, da sua parte, a inobservância à proibição prevista na Lei Orgânica da Magistratura.
Como os fatos atribuídos a Lula foram negados por ele e, também, pela testemunha única do episódio, poderá sobrar para Gilmar uma ação de iniciativa privada por crime contra a honra.
No caso, Gilmar ofendeu a honra de Lula atribuindo-lhe fatos ofensivos à honra subjetiva e objetiva. Fosse Lula presidente, a ação seria pública condicionada à representação do ministro da Justiça. Como não é mais, a ação é de iniciativa privada.
Para arrematar, o decano dos ministros do STF, ministro Celso de Mello, saiu, com base em presunções e conjecturas, em defesa de Gilmar Mendes e a censurar Lula. Interessante ter partido, na construção, da veracidade do informado por Gilmar Mendes. Na hipótese de linha inversa, de Gilmar Mendes ter faltado com a verdade, Celso de Mello chegaria a conclusões terríveis e, ainda, com a agravante de o seu colega Mendes já ter sido apanhado em mentira, com trânsito em julgado.
Sobre o acontecido, o placar aponta para vitória de Lula por 2x1.
Como Jobim é inconfiável, não haverá surpresa se voltar atrás. Certa vez, depois de ter confessado, em livro laudatório e autopromocional,  a colocação de artigos na Constituição sem consulta aos demais deputados constituintes, Jobim recuou. Aí, e como Ulisses Guimarães estava morto, o ex-ministro Jobim falou que estava autorizado por ele.
Pano rápido. Lula deve explicações. E  deveria propor uma ação penal de iniciativa privada, por crimes contra a honra, contra Gilmar Mendes. Até para, desse episódio de bas-found parisiense de quinta categoria, ficasse a verdade processual como registro.

TUDO PRONTO: Lavras da Mangabeira se Prepara para aprovação do seu PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO


FARIAS BRITO: Mulher é morta a tiros enquanto amamentava filho

Uma mulher de 26 anos foi assassinada quando estava em casa na noite desta sexta-feira (18), em Farias Brito, na região do Cariri. Francisca Honorato Rodrigues Filha estava amamentando o filho de pouco mais de um ano quando homens, ainda não identificados, entraram na residência e efetuaram disparos, conforme investiga a polícia.

A mulher estava deitada em uma rede em casa, no Bairro Centro, e foi atingida por três disparos. O marido e os três filhos também estavam no local.

Um inquérito foi aberto para investigar o caso. O delegado Giuliano Sena, da delegacia regional do Crato, informou que uma equipe vai fazer levantamentos na próxima segunda-feira (21), mas informações preliminares apontaram que a mulher tinha envolvimento com o tráfico de drogas.

"A família dela quase toda é envolvida com tráfico de drogas e furtos. Ela já foi presa por tráfico. Então já se tem uma linha de investigação", afirmou. A mãe da vítima, Francisca Honorato Rodrigues, conta que há menos de dez anos perdeu outro filho também por homicídio e pede que seja feita justiça.

‘Golpe em curso’ – Advogados cearenses divulgam nota pela democracia

Advogados do Ceará divulgaram nas redes sociais uma nota contra ao que classificam de “uma afronta às instituições democráticas do país”. Segundo a nota, há uma “tentativa de aliança institucional com o golpe à democracia que está em curso o Brasil”. O grupo se reúne virtualmente no endereço eletrônico http://migre.me/th07y. Confira a nota:


Caetano Veloso compara manifestação pró-impeachment com marcha de 1964

Caetano Veloso e Gilberto Gil foram convidados a participar de uma gravação do programa Altas Horas (TV Globo) nesta quinta-feira, 17. Na ocasião, os cantores e amigos foram questionados sobre as manifestações pró-impeachment realizadas no Brasil e Caetano não titubeou.
Ele comparou a manifestação de maior adesão, realizada no último domingo, 13, com a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, realizada antes da Ditadura Militar no Brasil, instaurada em 1964. As informações são da Folha de S.Paulo.

"A manifestação de domingo, para mim, não foi suficientemente diferente da passeata da Família com Deus, que apoiou o golpe de 64", respondeu Caetano, que respirou junto a Gilberto Gil o "ar pesado" do regime militar.

Conhecido por sua posição política contestadora, o filho de Dona Canô ainda ressaltou que não reconheu na manifestação o mesmo movimento do qual participou, no qual perdurava a esperança pela volta da democracia.

"Agora, os acontecimentos estão se atropelando. Precisamos ter calma para olhar os acontecimentos. Não temos uma ditadura, mas o Brasil é um país desumanamente desigual e toda movimentação no sentido dessa tentativa de diminuir a desigualdade enfrenta a oposição da elite. Eu desconfio", complementou.
Fonte: Redação O POVO Online

sábado, 12 de março de 2016

ISTO É - Os outros citados: Em depoimento à Lava Jato, Delcídio mirou sua metralhadora para todos os lados

Em sua delação premiada, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), apesar das reiteradas promessas de poupar os colegas do Senado, menciona boa parte da bancada do PMDB e também da oposição. No PMDB, o alvo foi a bancada sob a influência do presidente do Senado, Renan Calheiros, integrada por Romero Jucá (RR), Edison Lobão (MA), Jader Barbalho (PA), Eunício Oliveira (CE) e Valdir Raupp (RR). Segundo Delcídio, Renan, Jucá e Eunício “jogaram pesado com o governo para emplacarem os principais dirigentes” da ANS e ANVISA.

“Com a decadência dos empreiteiros, as empresas de plano de saúde e laboratórios tornaram-se os principais alvos de propina para os políticos e executivos do governo”, contou o senador. Em outro trecho da delação, Delcídio diz que o “time” comandado por Renan, (Lobão, Barbalho, Jucá e Raupp) exerce um arco de influência amplo no governo, como no Ministério de Minas e Energia, Eletrosul, Eletronorte, diretorias de Abastecimento e Internacional da Petrobras além das usinas de Jirau e Belo Monte. 
Segundo o delator, os senadores apadrinharam a manutenção de Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró na Petrobras. Delcídio ainda disse ser testemunha do elo entre Renan e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. “Seguidas vezes o vi (Machado), semanalmente, despachando com Renan na residência oficial da Presidência do Senado.” No depoimento aos integrantes da Lava Jato, Delcídio também citou o vice-presidente Michel Temer. Segundo o senador, o ex-diretor João Augusto Henriques, preso por ordem judicial da 13ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Curitiba, operou um dos maiores escândalos envolvendo a BR Distribuidora entre 1997 e 2001, durante o governo FHC.Na delação, o petista sublinha que Temer era o padrinho de João Henriques. Neste capítulo, Delcídio acrescentou que a relação entre o peemedebista e Henriques é antiga e que Temer pressionou para que a presidente Dilma o nomeasse para ocupar lugar de Nestor Cerveró na Diretoria Internacional da Petrobrás. Mas Dilma vetou. O presidente do PSDB, Aécio Neves, foi outro senador mencionado. Delcídio afirmou que em uma conversa com Lula durante uma viagem a Campinas, o então presidente perguntou-lhe quem era Dimas Toledo. 
“Um profissional do setor elétrico. Por que o senhor pergunta isso?”, devolveu Delcídio. Ao que Lula teria explicado: “É porque o Janene veio me pedir pela permanência dele, depois o Aécio e até o PT, que era contra, já virou a favor da permanência dele. Deve estar roubando muito”. Delcídio ainda contou que, quando presidia a CPI dos Correios, aceitou estender um prazo para que o Banco Rural fornecesse a quebra de seu sigilo bancário. Segundo ele, a solicitação de dilação de prazo foi necessária para que o Rural ganhasse tempo para maquiar seus demonstrativos contábeis, evitando que o mensalão atingisse o governo de Minas Gerais. 
Depois deste trecho, o nome de Aécio aparece entre parênteses ao lado de Clésio Andrade, gerando dúvidas se, neste caso, os dois políticos mineiros foram mesmo citados por Delcídio ou se a interpretação partiu dos integrantes da Lava Jato. Naquela ocasião, Aécio ocupava o governo de Minas e não tinha nenhuma proximidade com Delcídio do Amaral. Já Clésio, então vice-governador, foi sócio de Marcos Valério na agência SMPB, um dos braços do Mensalão.
Renan liderou o PMDB do Senado para apadrinhar Paulo Roberto e Cerveró
O senador Delcídio do Amaral dedica-se, no anexo 28, a citar a maior parte da bancada do PMDB do Senado. Em seu depoimento ele descreve que o “time” formado por Renan Calheiros, Edson Lobão, Jader Barbalho, Romero Jucá e Valdir Raupp exerce sim um arco de influência amplo no governo, como no Ministério de Minas e Energia, Eletrosul, Eletronorte, diretorias de Abastecimento e Internacional da Petrobras além das usinas de Jirau e Belo Monte. Também diz que os senadores além de indicarem, “abraçaram” Paulo Roberto Costa e Néstor Cerveró na Petrobras. Por fim, diz ser testemunha do elo entre Renan Calheiros e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Segundo Delcídio, ele presenciou os dois colegas despachando diversas vezes na residência oficial de Renan.
 “Tem um arco de influência amplo, em vários setores do governo. A bancada do PMDB no Senador é protagonista, especialmente, no Ministério de Minas e Energia. Tem representantes da Eletrosul, Eletronorte e até, mais recentemente, nas diretorias de Abastecimento e Internacional da Petrobrás, além da Eletronuclear. Entre os senadores, destacam-se Renan Calheiros, Edson Lobão, Jader Barbalho, Romero Jucá e Valdir Raupp. Passaram pelas mãos desse ‘time’ as UHEs Jirau & Santo Antonio e Belo Monte entre outras obras, além da Usina Nuclear de Angra dos Reis.
Na Petrobras, abraçaram a manutenção de Paulo Roberto Costa na Diretoria de Abastecimento e Néstor Cerveró na Diretoria Internacional, como consequência do ‘escândalo do mensalão’. A ação desse grupo se fez presente em subsidiárias da Petrobras como, por exemplo, a Transpetro. Lá, reinou, absoluto, durante 10 anos, Sérgio Machado, indicado por Renan Calheiros. Seguidas vezes o vi, semanalmente, despachando com Renan na residência oficial da Presidência do Senado.”
“Vale lembrar que empresas do senador Eunício Oliveira prestavam e ainda prestam serviços terceirizados à Petrobras e a várias ministérios, através de contratos milionários
Renan, Jucá e Eunício e as propinas na saúde
Ainda no anexo 28, o delator fala em esquema de propina na Saúde, por meio de planos de saúde e laboratórios, com a nomeação de diretores da Anvisa e da ANS (Agência Nacional de Saúde). Ele diz que os senadores Renan Calheiros, Eunício Oliveira e Romero Jucá jogaram pesado com o governo para emplacar as nomeações.
Nomeações: Segundo Delcídio, Jucá (à esq) e Eunício indicaram
apadrinhados para diretorias da ANS e Anvisa
“Especial atenção deve ser dada à ANS e ANVISA, cujas diretorias foram indicadas pelo PMDB do Senado, principalmente pelos senadores Eunício Oliveira, Renan Calheiros e Romero Jucá. Jogaram “pesado” com o governo para emplacarem os principais dirigentes dessas agências. Com a decadência dos empreiteiros, as empresas de plano de saúde e laboratórios tornaram-se os principais alvos de propina para os políticos e executivos do governo.”
CPI dos correios
O delator Delcídio do Amaral descreve no anexo 13 que quando era presidente da CPMI dos Correios, durante o mensalão, participou de uma operação para ajudar o Banco Rural. Na época, ele oficiou um pedido de quebra de sigilo da instituição financeira. Porém, atendeu aos pedidos do banco para aumentar os prazos e assim dar tempo suficiente para que fossem maquiados os demonstrativos internos do Rural. Desta maneira, o banco evitaria que o mensalão atingisse o governo de Minas Gerais.
“Delcídio do Amaral expediu ofício requisitando a quebra do sigilo do Banco Rural, na condição de presidente da CPMI. Em resposta, o Banco Rural enviou, através de outro ofício, solicitação de dilação de “prazo”. Em um terceiro ofício, Delcídio concordou com a dilação de prazo para a apresentação das informações da quebra de sigilo bancário. Delcídio esclarece que, na verdade, a solicitação de dilação de prazo feita pelo Banco Rural se deu como escopo para “ganhar tempo” para “maquiar” os demonstrativos internos do Banco Rural para, assim, evitar que o “mensalão”, que é mineiro de nascença, atingisse o governo de Minas Gerais (Aécio Neves e Clésio Andrade).”
Temer e a aquisição de etanol na BR Distribuidora
No anexo 16, Delcídio do Amaral afirma que o vice-presidente, Michel Temer, foi “padrinho” do então diretor da BR Distribuidora João Augusto Henriques, que participou de um esquema de compra ilícita de etanol. A prática, segundo o delator, aconteceu entre 1997 e 2001, durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Ele diz que a relação entre o peemedebista e Henriques é antiga e que Temer tentou emplacar o colega na substituição de Nestor Cerveró para a Diretoria Internacional da Petrobrás, mas foi vetado por Dilma Rousseff. 
“Delcídio do Amaral sabe que um dos maiores escândalos envolvendo a BR Distribuidora foi a aquisição ilícita de etanol no período entre 1997 e 2001. O principal operador desse esquema foi João Augusto Henriques (ex-diretor da BR Distribuidora) e atualmente preso por ordem judicial da 13ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Curitiba. A ilicitude ocorreu durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. O “padrinho” de João Henriques no esquema do etanol foi Michel Temer, atual vice presidente da República”
 Fonte: Isto É Independente

sexta-feira, 11 de março de 2016

ELEIÇÕES 2016: Cid Gomes Recebe Dr. Carlos Macêdo e o Dr. Willames Freire Pré-Candidato do PDT de Aurora

Os bastidores fervem na política aurorense. É um momento de definições com o fim da janela partidária no próximo dia 18 de março onde os vereadores locais terão a oportunidade, caso queiram, mudar de sigla partidária sem perda de mandato.

Isso também deve mexer com a política aurorense nos próximos dias.

O PDT Cearense, partido esse que tem hoje o Grupo Ferreira Gomes a frente, deverá ter em Aurora um candidato próprio a Sucessão Municipal. O nome é o do Odontólogo Willames Freire (PDT) apontado pelo partido a sucessão municipal aurorense contando com o forte apoio do médico e Ex-Prefeito de Aurora Dr. Carlos Macedo (PSB).

Dr. Willames deverá contar ainda com a força do PT local além de outros partidos que estão em conversação com o grupo político do pré-candidato.
Cid Gomes - Willames Freire e Dr. Carlos Macedo
Um dos fortes apoiadores da candidatura de Willames em Aurora é o Ex-Governador Cid Gomes que inclusive fez essa declaração publicamente em entrevista dada ao Repórter Paulo Sérgio de Carvalho na Convenção Estadual do PDT ocorrida em Fortaleza este ano.

Na noite desta Quinta-Feira (10/03), Cid Gomes recebeu em seu apartamento na capital cearense, os Drs. Willames Freire e Carlos Macedo.
Willames Freire - Cid Gomes e Dr. Carlos Macedo
O assunto? Claro...Política de Aurora. Cid Gomes reafirmou o apoio a pré-candidatura de Dr.Wilames Freire em Aurora.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Governo do Estado envia a Assembleia Projeto de Bloqueio de Celulares em Presídios

O Governo do Estado do Ceará enviou a Assembleia Legislativa Cearense projeto de lei que dispõe sobre a proibição, às empresas de serviço de telefonia móvel, de concessão de sinais de radiocomunicação em áreas destinadas às unidades prisionais do Estado do Ceará. 

A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou no início da tarde desta quinta-feira (10) projeto de lei que proíbe as operadoras conceder sinal de radiofrequência nas áreas de unidades prisionais do estado, o que impede o funcionamento de aparelho celular.

O projeto de lei proposto pelo governo estadual foi aprovada sem emendas.

A medida é "destinada a reforçar a vedação ao uso de aparelhos celulares como instrumento para que atuações criminosas sejam planejadas, ordenadas e coordenadas de dentro das unidades prisionais", segundo texto da própria mensagem enviada à Assembleia.

A desobediência à lei gerará multa diária de R$ 10 mil à operadora, que serão revertidos ao Fundo de Defesa Social (FDS).

Agentes penitenciários presentes nas galerias durante a discussão da matéria exibiram cartazes pedindo aumento de gratificação porque consideram que o bloqueio vai aumentar a pressão nos presídios e dificultar a atuação deles.

ALIADO?: Após jantar, Eunício anuncia articulação com outros partidos

O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira, disse, após o jantar com as lideranças do PSDB, que os dois partidos irão trabalhar para “aglutinar outras forças políticas a esse processo”, numa indicação de que começarão a consultar líderes de outras legendas.
Segundo reportagem da Folha de São Paulo, Eunício afirmou, ainda, que não foi traçado um plano definitivo, mas admitiu que entre os cenários projetados pelos senadores estavam o impeachment da presidente.
De acordo com Eunício Oliveira, os tucanos disseram ser “muito difícil” qualquer solução com Dilma. E o PMDB, o que disse? Os três integrantes da sigla ficaram em silêncio.
“O impeachment é uma realidade colocada, há um processo em andamento”, afirmou Eunício. “Assim como há uma ação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e outros cenários que angustiam a população. Há um sentimento no Congresso de que é preciso encontrar uma solução.”

A associação pública entre as cúpulas do PSDB e do PMDB, na avaliação da reportagem da Folha de São Paulo, é inédita e indica quão delicada é a situação da presidente Dilma no Congresso. Renan e Eunício sempre foram considerados integrantes da ala do PMDB mais fiel à petista e, no entanto, sinalizam claramente na direção de uma aproximação com a oposição. Ao final da reunião, o senador Antonio Anastasia, foi taxativo: “Agora é hora de arregimentar as tropas”.
Fonte: Ceará Agora

segunda-feira, 7 de março de 2016

Ciro Gomes chama Capitão Wagner de ‘vagabundo’, volta a acusá-lo de assassinatos e diz que vai ‘atropelá-lo’.


Ciro Gomes (PDT)

Ciro Gomes chama Capitão Wagner de ‘vagabundo’, volta a acusá-lo de assassinatos e diz que vai ‘atropelá-lo’.
“Nós vamos passar por cima desse vagabundo, e não vai sobrar pedaço de milícia pra ninguém”.

A declaração  partiu do ex-governador do Estado, Ciro Gomes, ao desferir mais um virulento ataque ao deputado estadual Capitão Wagner (PR). O fato ocorreu na última sexta-feira (4) na cidade de Sobral, durante uma entrevista. Ciro novamente acusou o parlamentar de ser chefe de milícia e de comandar assassinatos no Ceará.

“Você que gosta de estudar, faça um levantamento da curva dos homicídios no Ceará. Você verá que no dia do motim (greve de policiais militares) que ele comandou, houve uma explosão (de assassinatos), porque ele é ligado”, disse o ex-governador. E foi mais além: “No dia que o Camilo (Santana) anunciou que caíram os homicídios no Ceará, no dia seguinte aconteceu uma chacina, ou uma onda de boatos. Esse tipo de coisas é que faz o tal de Wagner ter projeção”.
Ciro aproveitou, ainda, para alfinetar a pré-candidatura do Capitão Wagner à prefeito de Fortaleza  nas próximas eleições. “Agora, bota ele num debate na televisão para falar sobre Fortaleza, sobre os problemas de Fortaleza, o que é preciso fazer, Você vai ver o ridículo que vai ser. Nós vamos passar por cima desse vagabundo, com a mão do povo. Não vai sobrar pedaço de milícia pra ninguém”, repetiu.

A entrevista aconteceu nos estúdios da Rádio Educadora de Sobral, na última sexta-feira, durante o programa “Bastidores da Política”, retransmitido por mais duas emissoras da Região Norte.  Ao lado dele estavam  o prefeito de Sobral, Veveu Arruda; e o deputado estadual Ivo Gomes, irmão de Ciro.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Eleição 2016: Cid e Ciro comandam arrancada do PDT

Os ex-governadores Cid e Ciro Gomes comandaram, na noite dessa quinta-feira, na sede do Náutico Atlético Cearense, no Bairro do Meireles, em Fortaleza, a arrancada de filiações para transformar o PDT no maior partido do Ceará. 
A sigla chega às vésperas das eleições de 2016 com mais de 70 prefeitos, 11 deputados estaduais, quatro deputados federais e mais de 300 vereadores.
O evento, com a presença do prefeito Roberto Cláudio, do presidente da Câmara Municipal, Salmito Filho, do Ministro das Comunicações, André Figueiredo, e do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, foi marcado pelo entusiasmo e, também, pelo lançamento da pré-candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República em 2018. Figueiredo defendeu o nome de Ciro para o Palácio do Planalto. 
Antes das eleições de 2018, Cid e Ciro Gomes tem outra prioridade: consolidar as pré-candidaturas de vereadores e prefeitos. O cenário tem prioridades.
Em 2016, na corrida pela Prefeitura de Fortaleza, há um componente diferente: o PT tem hoje o Governador Camilo Santana. Camilo, sem meias palavras, já comunicou a alguns petistas no Ceará, ao comando nacional do partido e a presidente Dilma Rousseff que estará no palanque com os irmãos Cid e Ciro em apoio à reeleição de Roberto Cláudio.
A reciprocidade dessa aliança será dada em outras cidades da Região Metropolitana de Fortaleza e do Interior do Estado. Cid, Ciro e Camilo constroem palanques para reeleger aliados ou garantir a conquista de Prefeituras estratégicas em grandes colégios eleitorais.